terça-feira, 22 de outubro de 2019

ASSERTIVIDADE



Assertividade é uma habilidade regularmente mencionada no treinamento de habilidades sociais e de comunicação.
Ser assertivo significa ser capaz de defender os seus direitos ou os de outras pessoas de forma calma e positiva, sem ser agressivo ou aceitar passivamente algo que não concorda. 
Assertividade, reparem que a palavra é escrita com dois esses “SS” ao invés de um “C”. Portanto, logo de cara podemos concluir que assertividade ou ser assertivo não tem nada a ver com acertar, acerto ou estar correto. É tudo uma questão de comportamento, posicionamento e inteligência emocional acima de tudo.  Lembrando que inteligência emocional pode ser definida como a habilidade de identificar e gerenciar emoções e sentimentos tanto próprios quanto daqueles que estão ao seu redor.
Na Psicologia, assertividade pode ser descrita como  “uma auto-expressão direta, firme, positiva e, quando necessário, persistente – destinada a promover a igualdade nas relações pessoa a pessoa” (Alberti & Emmons, 2008). 

Comportamentos assertivos

Aqueles que se comportam de forma assertiva  sempre respeitam os pensamentos, sentimentos e crenças de outras pessoas, assim como os seus próprios. Em todas as interações com outras pessoas, seja em casa ou no trabalho, com chefes, clientes ou colegas, a assertividade ajuda a se expressar de forma clara, aberta e razoável, sem prejudicar os próprios direitos ou dos outros.
A assertividade permite que os indivíduos atuem em seu próprio interesse, se defendam sem ansiedade indevida, expressem sentimentos honestos e demandas específicas sem negar os direitos dos outros. A doma de nossos sentimentos, sentidos, instintos, emoções e vontades de forma a adequar a comunicação ao perfil do interlocutor e o ambiente em que ambos estão inseridos resume bem o conceito.

Uma pessoas é assertiva quando:

  • Analisa todos ao seu redor antes de falar;
  • Considera as percepções desta análise na hora de se posicionar;
  • Não ofende;
  • Não omite:
  • Parabeniza o correto;
  • Pontua o errado;
  • É educado e elegante, usa da franqueza e educação tanto para o certo quanto para o errado;
  • Não aponta o dedo;
  • Assume a responsabilidade pelos erros;
  • Partilha os acertos;

4 comportamentos relacionados a assertividade

Comportamento Passivo

O indivíduo imediatamente concorda com o que é dito ou com os acontecimentos à sua volta, mesmo que no fundo não concorde. Ou, antes mesmo de ter uma opinião formada sobre a questão. Geralmente é tímido (mas nem sempre), evita envolvimentos, não pergunta o porquê das coisas, tem medo de dizer não, de reclamar e frequentemente tem falta de confiança. Guarda quase tudo o que sente, mas quando chega no seu limite, explode. Vai imediatamente para o outro extremo, provocando rompimentos.

Comportamento Agressivo

O comportamento agressivo é baseado em ganhar. O indivíduo faz o que é do seu próprio interesse, sem considerar os direitos, necessidades, sentimentos ou desejos de outras pessoas. Isso não quer dizer que esteja errado, mas a forma como se posiciona desconsidera o interlocutor. Quando se é agressivo, se é também egoísta de forma a não engajar as demais partes naquilo que é proposto por exemplo.

Comportamento Passivo/Agressivo

É um comportamento peculiar, são ocasiões em que se tem algo a dizer, porém nem sempre é dito. Por vezes o indivíduo não tem coragem para expressar o que pensa, mas reclama pelas costas. Faz uso de ironia e sarcasmo, acaba agredindo e irritando embora esteja sempre “brincando”. Evita o conflito e raramente se manifesta. Porém, é agressivo por trás dos panos. É o famoso “duas caras”, por vezes considerado falso. Fica em cima do muro e não manifesta opinião. No entanto, fala dos demais pelas costas. É o tipo de pessoa que não olha muito nos olhos e até distorce as palavras do outro.

Comportamento Assertivo

A assertividade é baseada no equilíbrio. Requer ser direto sobre seus desejos e necessidades, ainda considerando os direitos, necessidades e desejos dos outros. Quando você é assertivo, você está seguro de si mesmo e extrair o poder disso para entender com firmeza, justiça e com empatia. É transparente para falar e sabe ouvir. Sabe ouvir críticas sem partir para o ataque pessoal. Tem a postura segura e comedida. Trata as pessoas com respeito. Aceita acordos. Vai direto ao ponto sem ser áspero.

Atenção!

As pessoas não apresentam só um tipo de comportamento em todas as situações. Muitas vezes é possível ser agressivo com o colega de trabalho, passivo em casa, mas assertivo com amigos;
O comportamento assertivo pode não ser apropriado em todos os locais de trabalho. Algumas culturas, de alguns países, podem entender um comportamento assertivo como grosseiro ou mesmo ofensivo. O Brasil é um exemplo onde assertividade é confundida com agressividade ou com “fulano não vai com a minha cara”. Algumas pessoas podem interpretar um feedback assertivo de forma equivocada, levando para questões pessoais/emocionais e por vezes carregando rancor de forma desnecessária.

Por que ser assertivo?

Um indivíduo assertivo lida melhor com os confrontos, tem menos estresse, é mais autoconfiante, sabe agir com mais tato, melhora a credibilidade, lida melhor com as tentativas de manipulação e chantagem emocional. Ser assertivo é uma forma de se sentir melhor e contribuir para que os outros também se sintam melhor e, consequentemente, o ambiente seja mais produtivo e saudável.

Como ser assertivo? Assertividade na prática!

Nem sempre é fácil identificar um comportamento verdadeiramente assertivo.  Há uma linha bem tênue entre assertividade e agressão. Alguns indivíduos, por vezes, confundem as duas coisas.
11 dicas para melhorar sua assertividade
Bom, eu sou o rei da não assertividade. Não me orgulho disso mas, depois de levar tanta porrada por não ser assertivo, consegui enxergar e entender exatamente as minhas falhas. Isso me torna uma pessoa assertiva? Não!! Apenas uma pessoa consciente dos meus erros. Além, é claro, de me colocar no caminho correto. Isso porque não é do dia para noite que se “vira a chave”. Portanto, levei um tempo fazendo errado, outro tempo entendendo o que estava errado e agora estou na jornada de corrigir tudo isso. E isso leva um outro tempo… De qualquer forma, baseado na minha própria experiência, separei 11 dicas para melhorar a assertividade. Essa lista deve aumentar em breve, vamos lá:

1. Não grite

Essa é bem básica mas, acreditem, acontece o tempo todo (ainda!). Por vezes, o tom de voz alterado, mesmo que não seja uma gritaria propriamente dita, já tira a autoridade e respeito de quem o faz. O indivíduo acaba passando como mais um desequilibrado que não consegue lidar com as adversidades e pressão do que um membro da equipe. Acredite, isso só serve para reduzir a autoridade, passar a sensação de insegurança e fomentar a rádio peão ou conversas do café.
assertividade como ser mais assertivo

2. Não seja sarcástico

Essa talvez seja uma das atitudes mais irritantes, porque o indivíduo que a faz não foi passivo, nem agressivo e muito menos assertivo. A pessoa sarcástica é azeda e irônica. Usa de sarcasmos para fazer piada e não parecer mal, embora continue colocando o dedo da ferida e dando risada, esperando que o interlocutor também ache graça e mais… que entenda o recado. Pouco provável que ocorra.  Dizer “Estou só brincando” não desculpa seus comentários. Tenha cuidado ao utilizar essa frase como desculpa para seu comportamento.

3. Feedback all the time (em duas vias)

Nunca postergue um feedback, tampouco se atenha unicamente aos momentos formais de feedback definidos pelas empresas. Vamos seguir um paralelo aqui, um pão é melhor consumido fresco ou amanhecido (não devemos considerar rabanada neste cenário pois é sensacional e feita com pão amanhecido, ok?). Pois bem, não deixe para amanhã, sob pena de esquecimento ou relativização do erro cometido. O que está errado agora precisa ser comunicado e entendido agora. Simples assim, porém ao fazê-lo, não esqueça do item 6 desta lista. Ahh e não se esqueça, peça feedback. É muito importante saber ouvir o que os outros têm a dizer sobre seu comportamento. Procure sempre observar a força de sua atuação e trabalhe de modo positivo para aperfeiçoar os pontos de melhoria. Ninguém é autossuficiente.

4. Franqueza modo hard

Especialmente no Brasil gostamos de embrulhar as coisas para presente, minimizando os erros ou por vezes negligenciando-os. Por favor, vamos parar com isso. Eu sei que é uma questão cultural, afinal não queremos magoar as pessoas. Mas, acreditem, esse tipo de atitude com o passar do tempo faz mais bem do que mal. Tive a oportunidade de trabalhar por um tempo nos EUA, quando ainda era consultor. Lá eu vi, na prática, o que é receber um feedback extremamente duro durante o dia (daqueles que fazem você repensar o que está fazendo) e, ao término do expediente, jantar na casa de quem deu o feedback sem problema nenhum. Sem rancor, sem ódio e tampouco sede de vingança. Bom, aqui é um pouco diferente, as pessoas carregam mágoas, lembram de muitas coisas, ignoram os próprios erros, culpam os outros, suavizam os fatos… enfim uma infinidade de artifícios para fugir da franqueza.
5. Aparte as ovelhas
Não importa a natureza, tampouco o teor do erro cometido, expor o indivíduo que o fez não é uma opção saudável no longo prazo. A exposição em função de um erro é fatal, destrói o indivíduo, a equipe e consequentemente a empresa. Deseja dar um show na frente de todos? Use das qualidades ou atingimentos de alguém para fazê-lo, jamais os erros. Os erros precisam ser pontuados “face to face”. Elogie em público, corrija em particular!

6. Você não sabe de tudo (embora gostemos de pensar que sim)

Resumindo este item: baixe a bola. Por que? Simplesmente porque saber tudo é humanamente impossível! Se soubéssemos tudo teríamos empresas de um homem só. Portanto, se você tem um time, cuide dele, instrua, oriente, ensine e também aprenda com ele. A grande fortaleza das organizações é construída com times e não lobos solitários, principalmente quando as coisas crescem.

7. Você provavelmente trabalha com pessoas de gerações diferentes da sua

Simplesmente aceite, e este fato muda muito a forma pela qual interagimos com as pessoas. As diferenças entre gerações têm se tornado mais gritantes, assim como o intervalo entre elas tem se tornado mais curto. Por vezes, é preciso adequar a linguagem e a forma pela qual se comunica. Isso não quer dizer distorcer a mensagem, muito menos deixar de dá-la. É mais uma questão de ambiente e… vejam só…. Assertividade!

8. Aprenda a dizer “Não”

Dizer “não” é bem difícil, especialmente quando você não está acostumado a fazê-lo (o bom moço ou moça). Dizer não é vital se você quer se tornar mais assertivo. Conhecer seus próprios limites e quanto trabalho você pode assumir irá ajudá-lo a gerenciar suas tarefas de forma mais eficaz e identificar as áreas do trabalho que fazem você se sentir mais aproveitado. Aqui um grande aliado pode ser a psicoterapia. Um bom psicólogo pode ajudá-lo a trabalhar a comunicação e ensiná-lo a dizer NÃO.

9. Reconheça que você não pode controlar o comportamento dos outros

Não cometa o erro de se responsabilizar pela forma como as pessoas reagem à sua assertividade. Se, por exemplo, reagirem negativamente em sua direção, tente evitar devolver na mesma moeda.

10. Se expresse de forma positiva

É importante dizer o que está em sua mente, mesmo quando você tem um problema difícil para lidar. De qualquer forma você deve fazê-lo de forma construtiva e sensível. Não tenha medo de se defender e enfrentar pessoas que o desafiem. Você pode até estar com muita raiva! Lembre-se de controlar suas emoções e permanecer respeitoso.

11. Dê voz às suas necessidades

Não espere que alguém reconheça o que você precisa. Você pode esperar para sempre! Tome a iniciativa e comece a identificar as coisas que você deseja agora. Em seguida, estabeleça metas para que você possa alcançá-las e comunique-as de forma clara! 

Por que buscar a assertividade?

Um dos principais benefícios de ser assertivo é que este tipo de comportamento torna a pessoa mais segura de si mesma. Além disso, em geral, pessoas assertivas:
  • Tornam-se grandes gestoras. São pessoas que tratam as demais com justiça e respeito e são tratadas pelos outros da mesma maneira. Isso significa que são bem-quistas e vistas como líderes com os quais as pessoas confiam e desejam trabalhar;
  • Negociam soluções bem-sucedidas no estilo ganha-ganha. São capazes de reconhecer o valor da posição de seu oponente e podem rapidamente encontrar um terreno comum e aceitável para ambos os lados;
  • São solucionadores de problemas. Se sentem capacitados para fazer o que for preciso para encontrar a melhor solução para os problemas que surgem;
  • São mais resilientes. São indivíduos seguros de si mesmos e não se sentem ameaçados ou vitimizados quando as coisas não saem conforme planejado.
Bom meus amores, é isso!!
Bjus de Luz!!!

Sejamos assertivos!!

Pequena.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

POSITIVIDADE

Habilidade da Positividade


Olá pessoal, hoje vamos conversar um pouco sobre Positividade! Parece Clichê, não é mesmo? Mas um ambiente de trabalho com harmonia e positividade, pode chegar a resultados cada vez mais eficazes e produtivos para todos os envolvidos. É normal que tenhamos dias ruins, porém isso não pode se tornar comum , visto que um hábito assim, pode ser perigoso! Perigoso?? Ahhh sim!! Por que pode se tornar um hábito e esse não é um hábito vantajoso.

São inúmeras as pesquisas de comportamento e resultados que comprovam que pessoas com otimismo no ambiente de trabalho, rendem mais, mostrando bons resultados, com resiliência e capacidade de incentivo aos colegas de trabalho. Profissionais com otimismo, podem ter mais ideias, fazendo com que elas sejam inovadoras e iniciem mudanças notáveis ao seu redor.

Exercer essa positividade no meio de trabalho é essencial e necessária constantemente, independentemente de quaisquer situações que esteja enfrentando no momento: seja esta negativa ou positiva. Lembre-se que acreditar em seu potencial, em sua equipe e em seus objetivos, será primordial para sua carreira.

Ser otimista faz bem, porém com cautela, pois pode ser prejudicial e se praticado em excesso, você acaba fugindo da realidade. O melhor é fazer com que se tenha um equilíbrio entre realidade e confiança, com isso, há melhores condições de encarar o futuro.

Positividade e negatividade, claramente estão ligadas à Lei da Atração. Veja bem, o exemplo mais simples de explicar isso é, se você acorda pela manhã e ao levantar-se, bate o pé ou pisa em algo que machuque-o, você tende a xingar e pensar que nem deveria ter acordado né. Isso provavelmente te deixara mal humorado e fará com que você tenha pensamentos negativos, e isso fará com que você tenha um dia péssimo. Mas se você levantar e acontecer a mesma situação e não xingar, e começar a praticar seus pensamentos positivos, fará com que você tenha um dia ótimo. Isso se chama Lei da Atração. O que é isso ? Nada mais nada menos que o poder mental de pensar, materializar e realizar ! Pensamentos materializam coisas. Isso será fundamental para que você consiga realizar o que sempre quis.

Outro dia estava tendo uma animada conversa com um velho amigo no telefone, e ele me fez a mesma pergunta que já me fizeram muitas vezes na minha vida: Como você pode se manter tão positivo? Como consegue ser tão otimista?

Isso me deixou pensando um pouquinho na resposta, e rapidamente comecei a fazer conexões, e vi tudo claro: o positivismo está totalmente conectado com 4 pontos principais que para mim, são os mais importantes para a sua felicidade no trabalho e na vida pessoal:

1. Acredite em si mesmo, na sua capacidade e nas suas habilidades. Nunca em meus piores momentos deixei de acreditar na minha capacidade de superar obstáculos, e nunca deixei que minha negatividade ou a dos outros me influenciasse. Isso me faz lembrar de muitos episódios que mudaram radicalmente a minha carreira profissional como: aprender Inglês a partir do zero e de forma autodidata aos 22 anos de idade e em apenas 12 meses, ou passar HR para Vendas. Não faltaram pessimistas que imediatamente me disseram que era louca e que eu estava desperdiçando meu tempo com esses objetivos.

2. Carisma e amizades. Ser positivo atrai. Ser positivo te fará gerar indiretamente uma energia positiva em seu ambiente. Isso criará uma aura de carisma que lhe permitirá atrair e cativar os outros, o que lhe permite criar uma rede de contatos e amigos que será a chave para o seu sucesso profissional. Como dizemos no mundo dos negócios "Networking". Às vezes esse contato ou esse amigo será a porta de entrada para o emprego dos sonhos.

3 .Capacidade de assumir riscos. Como você assumirá grandes riscos em sua vida se você não é um otimista inveterado? Otimistas sempre tentam ver o lado positivo em qualquer situação, e assim é mais fácil de tomar decisões difíceis. Neste sentido eu sempre  me faço a mesma pergunta quando assumo riscos: o que é o pior que pode acontecer? A vida é muito curta e é preciso arriscar!

4. Não acreditar em acasos. Os piores pessimistas tendem sempre a dar peso desproporcional ao acaso. Eles acreditam que o verdadeiro sucesso profissional e pessoal acontece em grande parte devido à sorte, em estar no momento certo no local certo, em conhecer justamente aquela pessoa etc .. e sim, eu sempre lhes digo que a sorte desempenha um papel importante nas suas vidas, mas aqui eu amo usar este maravilhoso provérbio espanhol:

"A Dios rogando pero con el mazo dando”, que traduzindo significa mais ou menos eu espero ter sorte, mas não deixo de trabalhar duro para conseguir o que eu quero.

Para finalizar, indico 3 ações imediatas que podem ser feitas para que você se sinta mais positivo:

Sorrir constantemente e não levar a vida tão a sério. Estudos demonstram que um simples sorriso faz o cérebro interpretar que você está contente e liberar substâncias que podem animá-lo. O cérebro entende que você está sorrindo e, portanto, algo feliz está acontecendo, ou seja, você se torna mais positivo (fenômeno conhecido como retroalimentação facial). Não deixe de sorrir nem nas piores situações!

Gratidão. Demonstre com os seus amigos, com seus colegas de trabalho ... e, acima de tudo, com você mesmo! Pense todo dia em 3 coisas das quais você é grato, que podem ser tão profundas como o próprio fato de estar vivo ou tão mundanas como o jantar maravilhoso que você terá mais tarde.

Meditar. Sempre subestimei mas admito estava muito errada. Você sempre será capaz de encontrar 5 minutos do seu tempo para estar consciente de sua respiração. Recomendo especialmente o 
Hoo´ponopono, uma meditação excepcional  para quem quer exercer a Gratidão. 



Bjus de luz Pequena.

terça-feira, 15 de outubro de 2019



Oi pessoas iluminadas, hoje é terça! E não é uma terça qualquer é feriado para nós da área da educação! Por que é dia dos Professores, os nossos queridos mestres, então quero dedicar o texto de hoje á mestre que guiou meus passos desde á infância minha querida professora e mãe Cristina Gorgulho! Professora Cristina, a senhora e tantas outras e outros mestres iluminam nossos caminhos para o bem e nos guiam para tornar qualquer sonho possível. Todos os profissionais que somos hoje devemos á eles, sendo assim que fique aqui minha singela homenagem de gratidão.


A habilidade que falaremos hoje é a prudência,lembrando que na quinta-feira falamos sobre criatividade e inovação, que apesar de serem muito valorizados no mercado hoje em dia, não podem servir de "base" para adoção de atitudes precipitadas e inconsequentes. Por isso, pensar duas vezes, avaliar uma proposta e ouvir a opinião do colega de trabalho não é sinal de fraqueza, mas sim de responsabilidade. Vamos entender então o que significa prudência :


substantivo feminino


1.


virtude que faz prever e procura evitar as inconveniências e os perigos; cautela, precaução.


"dirija com p." por exemplo



2.


calma, ponderação, sensatez, paciência ao tratar de assunto delicado ou difícil. de acordo com o dicionário.


Trazendo essa habilidade para o nosso dia á dia, prudência, nada mais é a nossa voz interior que nos impede de sermos impulsivos de acabarmos "metendo os pés pelas mãos", quem nunca não é mesmo , risos!


É uma habilidade notável hoje em dia dentro do mercado visto nossa capacidade analítica e de tomada de decisões que influenciam diretamente no lucro ou prejuízo dentro das companhias em que colaboramos.


Prudência não é mineirice, no sentido popular da expressão, sinônimo de indecisão, de ficar em cima do muro, de saber furtar-se aos riscos pessoais e comprometimentos. Pelo contrário, o ato característico da prudência é a decisão ponderada, que começa observando a realidade, continua pedindo conselho, prossegue ponderando os prós e os contras e termina tomando a decisão mais acertada e a pondo em prática.


Os antigos definiam a prudência como a recta ratio agibilium (a reta razão no agir), ou seja, agir segundo a razão, que capta objetivamente a realidade e, a partir dela, toma o melhor rumo para a conduta, o que explica as partes ou atos que a compõem, tal como os mencionamos.


A prudência está ligada, pois, à perfeição moral do homem, o desenvolvimento de suas qualidades interiores morais, o que difere da recta ratio factibilium, que diz respeito à aquisição das virtudes intelectuais e destrezas técnicas, as quais podem ser usadas para o bem ou para o mal, conforme a prudente decisão do homem que as adquire.


Caso paradigmático é o do desenvolvimento das pesquisas nucleares. O que mais impactou os cientistas que descobriram a energia atômica foi que, ao invés de utilizá-la para iluminar uma cidade inteira com um usina atômica, decidiu-se destruir as cidades com a bomba atômica! Portanto, a excelência técnica nem sempre vai acompanhada da excelência ética, que é o que mais importa. Não basta saber fazer (know-how); é preciso saber por que e para quem fazer (prudentia).



III) A OBSERVAÇÃO





O primeiro ato da virtude da prudência é a observação, ou seja a atenção e a disposição para captar a realidade tal qual é, quer em seus princípios universais (leis), quer em seus aspectos particulares (fatos).


Um juiz, por exemplo, para bem decidir, deve conhecer bem o direito que irá aplicar e os fatos sobre os quais esse direito incide. Pode errar ou por desconhecer as leis, ou por não ter captado o que realmente aconteceu com os litigantes.


Pieper esclarece que ”a primazia da prudência significa que a realização do bem tem como pressuposto o conhecimento da realidade” (op.cit. pg. 19). A prudência seria um conhecimento diretivo, uma consciência circunstancial, ou seja, a razão prática que, partindo do conhecimento dos fins do agir humano segundo a captação da realidade, elege os melhores meios para alcançá-los, levando em consideração as circunstâncias concretas de cada momento.


Além da capacidade natural de observação da realidade, S. Josemaría Escrivã lembra do sentido sobrenatural, isto é, da possibilidade de se ver as coisas como Deus as vê, com olhos de eternidade, o que ajuda a perceber o valor relativo de pessoas e acontecimentos, colocando-os no seu verdadeiro lugar:


”As pessoas, geralmente, têm uma visão plana, pegada à terra, de duas dimensões. – Quando a tua vida for sobrenatural, obterás de Deus a terceira dimensão: a altura. E, com ela, o relevo, o peso e o volume” (Caminho, ponto 279).



IV) O CONSELHO





O segundo ato da virtude da prudência é saber pedir conselho quando não se têm todos os dados, todo conhecimento necessário ou toda a experiência para decidir sobre a questão: trata-se de ouvir os doutos.


Na saga do “Senhor dos Anéis”, de J. R. R. Tolkien, um dos capítulos que mais prende a atenção é “O Conselho de Elrond” (Martins Fontes – 1994 – São Paulo, Volume I, Livro II, capítulo 2, pgs. 361-410). Trata-se de uma reunião singular que se realiza em Rivendell, na casa de Elrond, com representantes dos diversos povos da Terra Média. Elfos, anões, hobbits e homens dos diversos reinos discutem o que fazer para salvar a Terra Média do domínio de Sauron, Senhor das Trevas, em, principalmente, que destino dar ao Anel do Poder que se encontra no momento em suas mãos, mas cujo controle absolutamente não detém.


O capítulo é atrativo porque, pela fala de cada um dos personagens, vai-se tendo um quadro completo da situação da Terra Média, indispensável para se tomar qualquer decisão. Por outro lado, os mais sábios do Conselho, Gandalf e Elrond, com toda a sua experiência e sapiência, ajudam a ver o problema com realismo e sem desespero, encontrando uma saída ao mesmo tempo audaciosa e humilde, por fazer a única coisa que o inimigo não esperaria deles: ir direto à Terra de Mordor, reduto do inimigo, para destruir o anel no Monte da Perdição, em que ele fora forjado. A mais prudente das decisões, aparentemente a mais tresloucada aos olhos dos “prudentes”, foi tomada graças à humilde consulta a todos aqueles que poderiam ofertar elementos fundamentais para a tomada de decisão de tamanha envergadura. E graças à decisão acertada, a Guerra do Anel foi vencida pelos povos livres do Ocidente.


S. Tomás de Aquino que ”quem precisa de conselho alheio é porque sabe, se estiver em graça, aconselhar-se ao menos quanto ao fato de precisar de conselho alheio e quanto à distinção entre um conselho bom e um conselho mau” (Suma Teológica, II-II, q.47, art. 14, ad 2). Exemplo de mau conselheiro no Senhor dos Anels é Língua-de-Verme, cuja perfídia e covardia não é percebida pelo Rei Théoden, já que os conselhos correspondiam à sua desistência da luta. Acontecia com o monarca o problema para o qual alertava o Aquinate como a ruína da memória: a deturpação da realidade, já que a memória fiel ao real seria o primeiro pressuposto da perfeição da prudência (cfr. op. cit. II-II, q. 49, art. 1).


No fundo, apenas pela humildade de se reconhecer a própria incapacidade para dominar e conhecer todos os dados do problema é que torna o homem prudente a ponto de ouvir quem lhe possa melhor aconselhar a resolvê-lo.


Um dos defeitos da juventude é a presunção quanto ao próprio discernimento, desprezando o conselho dos mais velhos e experientes. Há um ditado que diz que devemos “escarmentar em cabeça alheia”, ou seja, tirar experiência dos erros alheios, para neles não incidir. Há, no entanto, pessoas que só escarmentam na própria cabeça, demonstrando, justamente por isso, pouca cabeça.


Com efeito, a história não começou conosco nem conosco terminará. A frase presidencial tão repetida – “nunca antes na história deste país” – só demonstra desconhecimento da história ou presunção que o tempo se encarrega de corrigir. A prudência recomenda sempre levar em conta a experiência do passado e dos que nos antecederam (pais, professores, administradores, etc), para dar continuidade às boas obras e corrigir o que tiver de ser corrigido, mas após uma detida e aprofundada apreensão dos problemas envolvidos.



V) A PONDERAÇÃO



O terceiro ato da virtude da prudência é a ponderação ou reflexão, isto é, o ato de estudar e comparar as razões favoráveis ou contrárias a uma determinada decisão.


Nessa tarefa, é de fundamental importância desenvolver a capacidade de prever as consequências dos atos: é a providência ou juízo de consequência. O imprudente por irreflexão é aquele que logo se arrepende do que disse ou fez, ao perceber que sua precipitação no agir voltou-se contra ele mesmo.


Há pessoas que passam pela vida como por um campo minado, desarmando bombas relógio, prontas a explodir a cada passo, porque não souberam planejar o dia, a semana, o mês. Sem capacidade de previsão. Só seguindo a vontade do momento… E sofrendo as consequências de perdas de tempo, dinheiro, amizade, família, emprego e a vida.


Como ajuda na vida um pouco de organização: uma agenda em que se anotam os compromissos e tarefas, que se consulta e verifica, a cada período de tempo, qual a tarefa a fazer, de acordo com a hierarquia de prioridades que se estabeleceu previamente.


Por outro lado, conspiram contra a prudência nesse momento de ponderação, as segundas intenções e os interesses inconfessáveis que pressionam interiormente a inteligência e a vontade numa determinada direção.


Aqui a prudência perde seu nome de virtude e se transmuda na astúcia e sagacidade daquele que pretende ver prevalecer seus interesses em detrimento da verdade e do bem.


A prudência é o meio de implementar a justiça, ou seja, de se agir respeitando os direitos alheios e cumprindo os próprios deveres. Essa a motivação da virtude da justiça, que influi no processo de tomada de decisão.


As segundas intenções estão geralmente ligadas aos conhecidos sete pecados capitais, que por serem feios, não querem mostrar sua cara: a retórica e o discurso apresentam o agir com pele de cordeiro, escondendo o lobo que há por baixo.


Assim, as motivações humanas veladas acabam sendo, quando não desmascaradas, a avareza de só buscar o proveito próprio em detrimento da justiça; a luxúria oculta numa vaidade manifesta de encantar e atrair quando já se está comprometido; a ira canalizada no espírito de vingança que age de forma destrutiva; a inveja que faz criticar e se opor àquilo que não contou com a nossa participação ou não foi ideia nossa; a vaidade que faz agir movido pelo aplauso ou desejo de manter bem a própria imagem; o orgulho que não admite dar o braço a torcer e mantem opiniões e atitudes insustentáveis; a preguiça que busca encontrar o caminho mais fácil e a opção mais agradável e não a mais eficaz; a gula que nas refeições esquece e desliga das pessoas e conversas, concentrado profundamente na árdua tarefa de meter gorduras pelo tubo digestivo…


Dizia Pieper que ”faltando o desejo do bem, todo o esforço em descobrir o que aqui e agora é prudente e bom redunda em ilusão e atividade vazia” (op. cit. pg. 46).


Com efeito, sem retidão de intenção, nenhum ato é bom e nem prudente, pois a própria noção de prudência diz respeito à reta razão no agir. Daí que uma das atitudes mais necessárias para se adquirir e crescer na virtude da prudência é retificar a intenção, quando percebemos que o que nos move a agir são, na verdade e no fundo, motivos menos nobres e que causariam vergonhas se descobertos.-Afinal de contas: O que nos move? Por quem os sinos dobram?


Também aqui, é paradigmático o caso da bomba atômica. Ainda paira no ar a pergunta histórica: Tendo sido do Presidente Truman a decisão de usar a bomba atômica para encurtar a guerra, por que escolheu as duas cidades católicas do Japão, Hiroshima e Nagasaki? Mera coincidência ou uma segunda intenção velada?



VI) A DECISÃO





O quarto ato da virtude da prudência é a decisão, ou seja, escolher o melhor dos caminhos ou opções que se apresentam.


No entanto, S. Tomás de Aquino nos alerta para um perigo que leva à indecisão, qual seja, querer ter certeza sobre qual a melhor opção ou qual o caminho ideal: a certeza da prudência não pode ser tão grande que afaste por completo a inquietação (Suma Teológica, II-II, q. 47, art. 9, ad 2). E porque é assim? Porque a prudência parte das premissas teóricas da ciência, mas que se aplicam ao que é contingente e circunstancial, sujeito a mutações e não perfeitamente captável pela limitação humana. A casuística de moralistas que pretendem mapear todas as situações possíveis e fixar o comportamento tropeça no mesmo escolho de juristas que sonham com o Código perfeito, abrangendo todas as possíveis situações de conflito e as solucionando previamente.


Quem sonhasse com essa certeza estaria abdicando da liberdade e correspondente responsabilidade: o medo de decidir e de errar faria com que se esperasse de uma instância superior – o chefe ou a lei – a ordem de fazer assim ou assado.


Pieper alerta: Uma vez que se chega à casuística, a primeira coisa que acontece é que a decisão no caso de consciência é subtraída à consciência individual e transferida para a autoridade do especialista”. E conclui: ”A primeira das virtudes cardeais não e apenas o índice da maioridade moral; é também, e precisamente por isso, o índice da liberdade” (op. cit. pg. 44).


Em que pese o pessimismo de seu autor, a conhecida expressão sartreana tem muito de verdade: Estamos condenados a ser livres. Ou seja, não podemos nos furtar a decidir e responder pelo acerto ou erro de nossas decisões.


Com efeito, podemos, no campo do Direito, conhecer bem as leis que regem determinado campo da atividade humana, e saber, teoricamente, como se deve agir numa dada situação. No entanto, para agir é preciso conhecer também os fatos, a situação concreta sobre as quais se aplicam as leis. E estes são mais difíceis de se captar em sua integralidade.


Daí que muitos fiquem paralisados, bloqueados pela ilusão de chegar à solução perfeita para determinada situação, quando, no campo do agir humano, não há certezas matemáticas, mas apenas certezas morais, isto é, a aproximação do que é o justo e o bom no caso concreto.


Se, por um lado, pode-se ficar paralisado diante das várias opções aparentemente igualmente exigentes de sua assunção, por outro, pode-se tomar a decisão errada no momento de fazer a escolha de que caminho a seguir.


Nesse sentido, uma obra que chama a atenção por elencar grandes erros históricos, por decisões equivocadas em momentos cruciais que exigiam escolhas ponderadas e respaldadas na humilde aceitação do conselho dos sábios e prudentes, é “O Minuto Decisivo de Waterloo”, de Stephan Zweig (Livraria Civilização Editora – 1937 – Porto). Descreve não apenas a decisão do Marechal Grouchy, de continuar na perseguição dos prussianos, quando os canhões começaram a troar em Waterloo e seus generais o instavam a sair em socorro do Imperador, já que Bluchër estava se dirigindo para lá e foi o fiel da balança na batalha, a favor de Wellington (cfr. pgs. 7-39), mas também a decisão do Capitão Scott de prosseguir na tentativa de alcançar em primeiro lugar o Pólo Sul, com um membro a mais incluído na expedição, não recomendado por seus comandados, em face da escassez de víveres, vindo a morrer no final, exatamente por ausência dos suprimentos necessários para o retorno (fls. 91-130).


Exemplos não faltam de que a decisão acertada é fruto não apenas da realista análise dos elementos fáticos, quanto da humilde aceitação de conselhos que, pelo seu teor, se mostram fundamentados e prudentes, ponderando-se sem açodamento as várias opções que se mostram viáveis e acertadas para resolver a questão que nos aflige.


Quando a Rainha Vitória (1819-1901) subiu ao trono da Inglaterra, ainda muito jovem (com apenas 18 anos), seu tio, o Rei Leopoldo I da Bélgica, escrevia-lhe, dando conselhos de prudência, que ela incorporou até ao ponto de tornarem-se proverbiais algumas de suas expressões:


a) nunca tomar de imediato uma decisão sobre um assunto importante de governo, sem refletir ao menos de um dia para o outro (quando a pressionavam com assuntos urgentes, respondia: “I will think it over”); e


b) guardar reserva sobre os assuntos pessoais, abrindo-se apenas com quem tivesse o direito de conhecer sua intimidade (quando lhe faziam perguntas indiscretas, respondia apenas: “We are not amused”) (Cfr. Anka Muhlstein, “Vitória”, Companhia das Letras – 1999 – São Paulo, p. 27).



VII) A AÇÃO





O quinto ato da virtude da prudência é a ação, que significa passar rapidamente da deliberação à prática do que se decidiu.


O principal defeito nesse caso é o atraso em colocar em prática o que se viu claramente como o dever a cumprir. É a falsa prudência, do covarde, do preguiçoso ou do sensual.


Na verdade, a ação já refoge ao campo da prudência, pois esta diz respeito à tomada de decisão. No entanto, podemos colocá-la como o epílogo do processo decisório, para mostrar que o prudente que decidiu e não fez é o imprudente.


Também é imprudente o que estanca a ação diante dos obstáculos encontrados. É natural que toda ação encontre resistência para ser implementada. É uma das leis de Newton: “A toda ação corresponde uma reação de igual intensidade e em sentido contrário”. Cabe a nós, com a virtude da prudência, prever e contar com os obstáculos e adversidades como coisas de ordinária administração. Não é possível pensar que tudo o que planejamos irá dar certo do começo ao fim. Alguns objetivos atingiremos, outros não. E então, continuaremos no seu encalço, enfrentando as contrariedades.


Um exemplo histórico interessante é o da Operação “Market-Garden”, na 2ª Guerra Mundial, que Cornelius Ryan tornou célebre através de seu livro “Uma Ponte Longe Demais” (Biblioteca do Exército Editora – 1978 – Rio). Para encurtar a duração da Guerra e invadir a Alemanha ainda no final de 1944, o Marechal Montgomery idealizou um avanço de divisões blindadas sobre a Holanda, cuja rapidez dependia da preservação de três pontes sobre os principais rios do país. Para isso, preparou a maior operação de paraquedistas da História, em que os da primeira ponte teriam que preservá-la por 2 dias, até a chegada dos tanques, os da segunda por 5 dias e os da terceira por mais de uma semana! Tudo teria que sair perfeitamente, para que os paraquedistas encarregados da terceira ponte pudessem resistir por tão longo período sem apoio. É claro que a operação acabou fracassando, pois a terceira ponte era “longe demais” para que os reforços chegassem a tempo! Foi, efetivamente, uma imprudência realizar a operação otimizando todas as estimativas. Dos 10.000 ingleses que saltaram para capturar a última ponte, apenas 1.500 conseguiram sobreviver, após abandonar a posição conquistada.


Portanto, a prudência deve prever os obstáculos, ver se são superáveis e contar com tempo para os vencer. Assim, os obstáculos não serão impeditivos de se alcançar os objetivos almejados e nem se deixará de buscá-los ao tropeçar com resistências na busca do bem árduo.



VIII) CONCLUSÃO.



A prudência, como arte de decidir bem, supõe, portanto, detectar onde falha o processo de tomada de decisão: na observação do mundo, no desprezo aos conselhos, na falta de reflexão imparcial, no adiamento para decidir ou para pôr em prática o decidido. O homem prudente, que influi na sociedade com eficácia e vive uma verdadeira paz e alegria na vida, é aquele realista, humilde, reflexivo, decidido e ativo: espera o suficiente para refletir, e age com a diligência que a situação exige.






Bom pessoas iluminadas, espero que todos tenham uma visão mais acertadas sobre essa habilidade e virtude tão necessária!






Bjus de luz!






Pequena.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Oieee pessoas, hoje é quinta dia de texto no blog!! Hoje falaremos da habilidade de Criatividade e Inovação, e da sua relevância no mercado atual. Os profissionais devem estar preparados para lidar com situações inesperadas. Muitas vezes, arriscar, liberar o potencial criativo pode trazer benefícios tanto para o colaborador como para a organização. Uma inovação em um processo específico pode por exemplo, significar uma grande economia para as finanças da empresa. Sair do automático, deixar de "ser uma máquina programada", levas as pessoas à  novas perspectivas.  Bom para começo de conversa vamos explicar a diferença entre Criatividade e Inovação: A criatividade é a capacidade de criar, produzir ou inventar novas coisas. Já a inovação é a implementação bem sucedida dessas ideias.
...
Como desenvolver a criatividade então
1)Fuja da rotina.
Já foi comprovado que manter a mesma rotina, inclusive a mesma rota para o trabalho por exemplo, não contribui em nada para expandir sua mente criativa. Faça um trajeto diferente. Faça atividades diferentes. 
2)Crie desafios.
Saia da zona de conforto, aceite um novo projeto, uma nova demanda. Busque uma nova maneira de se desafiar.
3)Encare os problemas de maneira diferente.
Enxergue em cada problema que surgir no seu dia à dia uma oportunidade de resolução, uma oportunidade de desenvolver sua criatividade e inovar para gerar resultados diferentes.
4)Acompanhe outras pessoas criativas.
Somos à média das 5 pessoas com as quais mais nos relacionamos, então procure conviver com pessoas criativas e positivas, pessoas que acham uma solução para cada problema e não pessoas que acham um problema para cada solução.
5)Consuma conteúdos interessantes.
Aprenda sempre, busque conhecimento ele é combustível para sua mente criativa.

Bom pessoas por hoje é só. 

Bjuss de Luz, 

Pequena.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

HABILIDADE DE COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

Oieeeeeeeee pessoas lindas do meu viver!! Hoje é terça-feira e sabe o que eu mais gosto nas terças?? Dia de texto no Blog da Pequena!! Heheeeeee!!! Espero que todos meus leitores estejam bem e possam utilizar essa habilidade com sabedoria, por que essa habilidade é sensacional!!!! 
Vamos lá então? 
Já ouviram aquelas frases de "facebook", onde o ex namorado escreve uma indireta para a ex, dizendo as seguintes palavras: " Sou responsável pelo o que digo e não pelo o que os outros entendem!" Quem nunca, não é mesmo? Pois é, comunicação é uma habilidade fantástica, primeiro por que é uma habilidade nata, desde que nascemos temos a necessidade de nos comunicar, segundo por que através dela e por elas, crescemos, evoluímos. Quando aprendemos à utilizar habilmente essa habilidade, coisas incríveis começam a acontecer, vou listar 7 pontos de atenção, peço que reflitam sobre eles e vejam se esses pontos que precisam de melhora ou são pontos forte de cada um de vocês, correto? 
São eles:
1) Empatia - Entender a outra pessoa, é fundamental no processo de comunicação, vou explicar por que de uma maneira muito simples, você explicaria para uma criança de 4 anos sobre o aquecimento global como explica para um universitário de 19 anos? Não!! Bom chegamos à um consenso básico na comunicação, adaptação! Fazer-se entender é fundamental, se não, não há motivo para comunicação, concordam? E depois desse primeiro pré requisito na escolha do uso da linguagem, a empatia vem na essência , por que além de fazer compreender, aquilo que digo tem relevância, para aquela pessoa? Se coloque no lugar do outro, entenda antes de se comunicar! 

2) Aprenda à ouvir na Essência - Ouvir também faz parte do processo de comunicação, na verdade a habilidade de comunicação, começa aqui! Ouvir é a parte fundamental do processo, mas não ouvir sem se importar somente para colher informações, quando você escuta com atenção por que realmente se importa, (nesse caso voltamos na empatia) você passa à ter uma real perspectiva da situação. 


3)Atenção à sua fala - A forma como colocamos às palavras,também faz total diferença. Entonação de voz, clareza, firmeza. Passamos credibilidade através da nossa voz e das nossas palavras, por isso o cuidado com a fala é importantíssimo. Aprenda a utilizar essa habilidade e dominará 70% das circunstâncias ao seu redor. 


4)A hora Certa de Falar - Seguindo todos esses passos, ainda tem o momento, a hora certa de se colocar em uma conversa, em uma reunião ou até mesmo a hora para uma conversa. O momento também influência a reação dos ouvintes. 


5) Embasamento- Uma das minhas frases célebres, rs quem convive comigo já ouviu mil vezes, contra fatos não há argumentos, ou seja, mesmo que você utilize todas as dicas acima citadas, se você não estiver na razão, ou não tiver argumentos, infelizmente tudo se perde. Tenha além de argumentos, tenha conhecimento de causa, é necessário em qualquer comunicação.


6) Seja um bom intermediador- Negociar é uma habilidade que já falamos aqui no blog, faz parte do processo de comunicação , ouvir saber o momento de falar e também negociar.


7) Busque evolução constante - A habilidade de comunicação, como já dizia a minha sábia mãe, a boca transborda o que o coração tá cheio e o que a mente absorve, todas as vezes que ouvi essa frase da minha mãe eu refletia sobre a veracidade dela, o quão verdadeiro é que quanto mais você evoluir como pessoa, mas facilidade na comunicação você terá!


Bom pessoas lindas, por hoje é só!! Bjus de luz! 


Pequena.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

PROCURAM-SE LÍDERES!

Oieee pessoas, e hoje é quinta não poderia passar em branco sem texto no blog!! E a habilidade de hoje é a minha favorita😊. Liderança !!! Simplesmente amoo essa palavra sabem por que? Por que essa palavra salva vidas !! Em todas as situações que em que somos colocados em uma situação de ameaça ou risco, um de nós toma a frente e esse líder inspirador salva não só a situação, como em alguns casos salvam vidas !!!
Gerir pessoas tem sido um grande desafio para as empresas, afinal o líder é considerado o comandante do barco, que dá um norte à equipe e direciona ao alcance da performance que atenda às necessidades da organização. Por isso hoje vamos falar sobre essa habilidade, não acredito que líderes nasçam líderes, acredito que a liderança é sim uma ciência que pode sim ser estudada e desenvolvida. Basta desenvolver um conjunto de habilidades para exercer a liderança com sabedoria. Para mim é relevante citar que uma das virtudes necessárias para o desenvolvimento é a humildade, visto que liderança é inspiração e não tem nada a ver com chefia ou somente coordenação, liderança é completamente diferente !! Se você hoje quiser levar sua carreira até onde ela pode chegar, então você tem que estar disposto a apostar no seu desenvolvimento pessoal. Vou passar 9 dicas para te ajudar a desenvolver suas habilidades de liderança : 

1) Assumir Mais Projetos:
Uma ótima maneira de desenvolver suas habilidades de liderança é assumir mais responsabilidades diariamente. Você não tem que assumir mais do que pode dar conta é claro, mas você precisa ser responsável e ser exemplo se quer ser um líder. Sair da zona de conforto é a única maneira de aprender algo novo e isso é um passo importante para um líder. 

2) Aprimore Sua Habilidade de Comunicação: 
A partir de agora, você deve procurar comunicar-se mais com todos em sua equipe, para que haja integração, um bom líder trás os liderados para perto de si, a comunicação é a chave para o desenvolvimento desse elo e de todos ao seu redor. 

3) Torne-se Um Líder Fora do Trabalho: 
Ser membro de associações e conselhos de caridade por exemplo, é  uma das melhores maneiras de desenvolver sua liderança, você obtém experiência prática, além de fazer o bem, o que te trará  excelentes benefícios e resultados.

4) Aprenda a Construir Equipes Sólidas: 
Outra parte muito importante de ser um líder de Sucesso é montar o time certo. Entender a dinâmica da personalidade e como os diferentes tipos funcionam juntos permitirá que você seja um membro forte da equipe, independentemente da sua posição na equipe.

5) Pratique a Disciplina: 
Desenvolver disciplina e também equilibrio na sua vida pessoal e profissional é  fundamental para um líder eficaz e inspirador. Visto que seus inspirados tendem a ser disciplinados e equilibrados também. 

6) Torne um Ouvinte Exigente: 
Um traço importante de um bom líder é  alguém que ouça sugestões, ideias e comentários de outras pessoas e as desenvolve. 

7) Desenvolva Consciência Situacional:
Uma marca de um bom líder é alguém que consegue enxergar o quadro maior e prever  problemas antes que ocorram. O bom líder está sempre atento às datas e não deixa nada para a última hora. 

8) Inspire os Outros ao Seu Redor:
Como líder você deve ser capaz de motivar e inspirar aqueles com quem trabalha a colaborar da melhor maneira possível, sua energia diz muito sobre o tipo de líder que você é. Você é capaz de contagiar sua equipe lembre-se disso; positiva ou negativamente. 

9) Continue Aprendendo Sempre:
O melhor caminho para se tornar um bom líder é sempre continuar aprendendo coisas novas. Isso mantém sua mente afiada e seu espírito humilde. Nunca sabemos tudo e sempre estamos aprendendo com todos. 


Bom pessoas lindas espero que tenham gostado, das dicas de hoje!! 


Bjus de luz.. Pequena.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

A arte de Negociar

Oieee, pessoas! 
Buenass! 
Hoje é terça-feira hehee!! Dia de textinho no blog! 
E o tema de hoje é a Habilidade de Negociar!
Desde à infância negociamos, negociamos um brinquedo com nosso irmãozinho, negociamos o colo da mamãe, risos.. e daí nunca mais paramos... negociamos e negociamos e continuamos negociando, por que será que nem sempre nós saímos tão bem se é uma habilidade nata?
Por que para desenvolver essa habilidade precisamos equilibrar o eu e a prioridade do eu e o quanto temos empatia para com quem estamos negociando, o que quer que seja.
Negociar, vai além de conseguir algo como muitos acreditam, a habilidade de negociar é chegar à um conhsenso onde seja bom para ambos os lados. Negociar é ceder e também agregar ,é somar pontos de vistas, o que é fantástico, por que só assim criamos um universo maravilhoso. 

Negociar faz parte das relações humanas. Nas interações cotidianas, e até sem perceber, negociamos o tempo todo. Desde o horário de TV com o filho até o prazo de entrega de um trabalho com o gestor. Apesar de fazermos isso habitualmente, tanto na vida pessoal como na profissional, às vezes saímos frustrados, com a sensação de que cedemos demais. Isso porque a negociação envolve técnica e autoconhecimento. Conheça algumas características do negociador profissional e aprenda a utilizar essa habilidade para atingir resultados para si e para sua organização.

Comunicação
comunicação é o meio através do qual as partes interessadas chegam a um acordo. Quem é capaz de se fazer entender tem chances aumentadas de fechar um bom negócio. Demonstre interesse pelo interlocutor e use seu feeling para saber a hora de ser mais incisivo ou colaborativo. As pessoas gostam de sentir que têm vantagem, e mostrar a elas o que ganham com seu produto ou serviço é um bom jeito de persuadir.
Autoconhecimento
Baseado no comportamento humano, o psicanalista Gustav Jung classificou quatro estilos de negociadores: restritivo, amigável, ardiloso e confrontador. Na literatura corporativa, diversos autores também mapearam esses perfis, cada qual com características positivas e negativas. Conhecer e identificar essas características em si e no outro gera uma vantagem competitiva na mesa de negociação.
Controle emocional
O corpo fala e fornece sinais reveladores. Contratos são fechados não só com base em números, mas a partir de relações de confiança. Mantenha o controle emocional, crie sintonia com seu interlocutor e use a linguagem corporal de modo adequado para transmitir confiabilidade e segurança.
Empatia
Ser capaz de se colocar no lugar do outro é imprescindível na hora de fechar bons acordos. Ao invés de olhar o interlocutor como um inimigo, veja-o como alguém que, como você, está ali em busca da melhor solução. Escute atentamente as demandas do outro, entenda suas necessidades e limites e esteja aberto para construir alternativas que sejam boas para ambos.

Bjus de luz!!


Pequena! 

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

PRODUTIVIDADE X PROCRASTINAÇÃO
Quem nunca, não é mesmo?
Risos!!
Pessoas, lindas antes de começar o texto de hoje, gostaria de pedir desculpas à vocês esse texto era para ser publicado ontem, mas devido à um imprevisto de saúde, ele não foi publicado. Até aproveitando o gancho, às pessoas me perguntam como consigo ser produtiva sendo que tenho 2 carreiras profissionais, 3 filhos, 1 marido e 2 gatos rs; bom realmente não é nada simples sendo que o dia tem apenas 24 horas o que realmente é um pena rs, e isso tem muito à ver com a dica de hoje o grande vilão da produtividade é a procrastinação, que palavra linda não é mesmo? Não não é não!! Procrastinar é um substantivo femininoato ou efeito de procrastinar; adiamento, demora, delonga. Ou seja trocando em miúdos é deixar para depois o que se pode fazer agora é perder tempo com o que não é prioridade, assim como é também não ter foco naquilo que no momento é primordial. ato ou efeito de procrastinar; adiamento, demora, delonga. Ou seja trocando em miúdos é deixar para depois o que se pode fazer agora é perder tempo com o que não é prioridade, assim como é também não ter foco naquilo que no momento é primordial. Ser produtivo hoje em dia se torna cada vez mais desafiador, visto que somos levados ao limite de nossa capacidade de administrar afazeres de informações, portanto nunca se houve na história tanto se falar em inteligência emocional e foco, por que sem eles é humanamente impossível ser produtivo hoje em dia! Hoje não estamos em apenas um lugar por vez, estamos todos além de conectados, estamos multi focados, até certo ponto é incrível, mais sem uma boa administração fica mais fácil procrastinar afazeres, devido a enxurrada de informações e de compromissos tanto físicos, quanto virtuais. Como me livrar então do vilão da procrastinação? Se organize!! Se preciso de maneira metódica, o que é de maior relevância vem primeiro , dividindo, não somente por prioridade, mas também por horário e foco, por exemplo se estou no meu trabalho 100% da minha atenção é do trabalho e não de outros afazeres, assim como quando estou em outra ocupação, não posso atender as demandas do trabalho! Foco! É a chave da produtividade. Foco por horário e prioridades. Planejamento, Organização e Execução , assim  você será não só uma pessoa produtiva, como também uma pessoa bem Sucedida!
Bjus de Luz!  


PRODUTIVIDADE X PROCRASTINAÇÃO

SAUDADE

 Há 8 anos eu morri  Há 8 anos a melhor parte de mim morreu  Há 8 anos tive que aprender a renascer a cada dia  Há 8 anos tive que aprender ...